domingo, 14 de dezembro de 2008

Estresse e Trabalho: Síndrome de Bournout

* por Gressiele Cazella

Os profissionais vivem hoje sob contínua tensão, não só no ambiente de trabalho, como também na sua vida em geral. Além das habituais responsabilidades ocupacionais, da alta competitividade, das necessidades de aprendizado constante, temos que lidar com os estressores normais da vida em sociedade, tais como a segurança social, a manutenção da família, as exigências culturais etc. O desgaste emocional que as pessoas estão submetidas nas relações com o trabalho são fatores determinantes de doenças, transtornos relacionados ao estresse, como é o caso das depressões, ansiedade, pânico, fobias. A pessoa com esse tipo de estresse ocupacional não responde a demanda do trabalho e geralmente encontra-se irritada e deprimida.

A chamada síndrome de burnout é definida por alguns autores como uma das conseqüências mais marcantes do estresse profissional, e se caracteriza por exaustão emocional, avaliação negativa de si mesmo, depressão e insensibilidade com relação à quase tudo e todos. Esta doença faz com que a pessoa perca maior parte do interesse em sua relação com o trabalho, de forma que as coisas deixam de ter importância e qualquer esforço pessoal passa a parecer inútil. A síndrome incorpora sentimentos de fracasso, seus principais indicadores são: cansaço emocional, despersonalização e falta de realização pessoal.

Esta síndrome é o resultado de estresse emocional incrementado na interação com outras pessoas.

Gressiele Cazella
Psicóloga CRP 08/11479
Pós-Graduada em Psicologia do Trabalho, Educação Especial e em Ciências da Família
gressiele@hotmail.com

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