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sábado, 16 de maio de 2009

Cuide para que não caia

por Paulo Angelim


Se tudo estiver indo muito bem para você (vendas altas, projetos em dia, salário corrigido), será que há algum risco de perder sua motivação exatamente por isso, por tudo estar indo às mil maravilhas? Será que você corre o risco de relaxar, de não dar a devida atenção para manter uma alta motivação, e assim perdê-la?

Respondo: de jeito nenhum! Deixe-me explicar: a motivação de alguém não cai pelo fato de as coisas estarem indo muito bem, e sim quando começam a ir mal – e não necessariamente no trabalho. Zig Ziglar, grande motivador norte-americano, diz algo bem pertinente a isso. Ele afirma que o que você faz fora do trabalho é fator determinante do quanto você irá progredir nele.

Mas vamos voltar ao ponto inicial, aquele em que tudo está indo muito bem. Você já presenciou ou passou por situações em que as coisas estão indo a mil no trabalho e, repentinamente, começam a imbicar e degringolar sem uma causa aparente? Já viu profissionais que inexplicavelmente começam a perder rendimento, vendas ou entusiasmo? Pois bem, temos três possíveis situações para explicar isso. Acompanhe-as:

Primeira – Apesar de o profissional estar com a motivação e o entusiasmo em alta, variáveis incontroláveis no ambiente profissional (economia, concorrência, política, tecnologia e governo) começaram a interferir e determinar a reversão dos bons resultados de até então. Nesse caso, sua alta motivação, entusiasmo, equilíbrio emocional e também conhecimento profissional e de mercado serão determinantes para recuperar os bons índices antes conquistados.

Segunda – Alguma coisa fora do ambiente de trabalho (família, saúde, relacionamentos, vida financeira, etc.) começou a sugar sua energia, que, por sua vez, entrou em desequilíbrio e teve seus resultados refletindo esse novo momento de instabilidade emocional, de dúvidas sobre sua visão de futuro e até de auto-estima. Nesse caso, não resta outra alternativa senão dar a devida atenção aos fatores exógenos que estão comprometendo seu equilíbrio, se recompor e recuperar os números anteriores. Por isso, recomendo que as empresas (leia-se gerências, coordenações, RHs e psicólogos internos) sempre acompanhem o dia-a-dia de seus profissionais, principalmente como andam suas vidas nas outras dimensões da existência, e não apenas na profissional. Isso requer corpo-a-corpo, diálogo, enfim, relacionamento entre superiores e comandados, não só um mero e superficial contato.

Terceira – A razão para a queda nos números pode ser explicada pela negligência ou indisciplina do profissional, que encantado ou inebriado pelos números e resultados não cuida de atentar para a qualidade do serviço que faz nem garantir o zelo nas tarefas que o levaram a conquistar aqueles resultados. Esse profissional precisa rever suas posições pessoais, sua atitude diante de si mesmo e compreender que a qualidade do seu trabalho é a expressão de quem ele é. E se ele tiver auto-estima elevada não admitirá que seu “modus operandis” nem seu “modus faciendi” comprometam seus resultados. Não confunda essa situação com falta de motivação, é displicência, desleixo, indisciplina mesmo. Às vezes, uma “palmadinha de amor”, daquelas que não doem, ajuda muito para acordar o sujeito que tem grande potencial, mas insiste em jogar na lata de lixo o talento que recebeu graciosamente.

Para esses, também com muita graça, a vida devolve essa atitude em forma de obscurantismo e mediocridade.

Um conselho: o fato é que para nós, profissionais, vale uma boa recomendação do apóstolo Paulo: “Aquele, pois, que pensa estar em pé, cuide para não cair”, 1 Co 10:12. Gostou da expressão “pensa estar em pé”? Ela certamente conota a presunção, a transitoriedade e a instabilidade do apogeu, da vitória. Então, vigie, esteja atento e, por qualquer que seja a razão, não deixe os resultados caírem. Nosso sucesso é diretamente proporcional a eles.



Paulo Angelim é arquiteto, pós-graduado em Gestão de Marketing e empresário imobiliário. Consultor e palestrante nacional em marketing, vendas, crescimento pessoal e mercado imobiliário.
E-mail: pauloangelim@uol.com.br



(fonte: Material publicado na e-zine do site http://www.motivaonline.com.br/)

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Conquiste suas metas

por Marcelo de Almeida



Rio de Janeiro, julho de 2007. Um garoto de 21 anos se lança na piscina, atravessa como uma lancha veloz e, ao chegar do outro lado, encontra em sua raia uma jornalista da TV Globo. Ela, segurando um microfone, com tom alto e claro pergunta: “Thiago Pereira, qual o segredo para conquistar a sexta medalha de ouro?”.

E o jovem, acelerado, com um sorriso grandioso e, ao mesmo tempo inocente, responde com simplicidade e com a profunda sabedoria de um campeão: “Eu coloquei na cabeça que iria vencer!”.

As vitórias de Thiago Pereira no Pan-Americano 2007, nas diversas modalidades da natação, foram exemplos vivos para todos os esportistas que acompanharam as provas do campeonato, mas nós, homens e mulheres de vendas, também podemos absorver as lições desse menino que abrilhantou o Pan 2007.

3 dicas para se superar

É possível tirar dessa história de superação três dicas de um campeão para que você possa conquistar suas metas na vida e nos negócios.

1. Crie a cultura do treinamento

Você consegue imaginar quantas horas de treinamento diário são necessárias para vencer um campeonato?

Invista boa parte do seu tempo e energia em treinamento. Aperfeiçoe-se a cada dia. Leia bons livros em sua área. Inscreva-se em cursos e seminários. Leia também sobre cultura geral, pois isso melhora sua comunicação e relacionamento com seus clientes. Identifique seu pontos fracos no mundo dos negócios e tenha um plano de melhoria. O mercado de trabalho é um grande campeonato, só os mais bem preparados receberão um salário que vale ouro. A tendência mundial é a excelência profissional e isso exige treinamento, estudo a aprendizagem contínua.

2. Mantenha o foco

Cuidado para não perder o foco no que traz resultados. Mantenha sua mente centrada e direcionada para os objetivos que são realmente importantes. Cuidado com as distrações, elas estão tentando tirar você da sua “raia”. Cuide também com as luzes dos holofotes, elas podem fomentar o excesso de orgulho e isso embaça as suas lentes, inverte seus valores e enfraquece sua disciplina. Campeões têm objetivos claros, aceitaram pagar o preço da vitória, sabem abrir mão de situações confortáveis, são capazes de adiar prazeres e até fazem sacrifícios. Manter o foco dá trabalho, mas sem isso fica difícil conquistar suas metas e subir no pódio da vida.

3. Coloque o sucesso em sua cabeça

Essa foi a principal receita de Thiago. Ele disse isso ainda molhado da piscina. Não adianta estar tecnicamente preparado se a vitória não estiver semeada na mente. Deve existir internamente a confiança e a crença na capacidade de vencer. Não aprendemos isso na escola, mas se você estiver atento poderá entender que a mente positiva e preparada é a maior força que um campeão pode ter. Os antigos samurais usavam antes das batalhas um cinturão elástico chamado “kikurigoshi”. Isso mantinha seu corpo ereto e automaticamente uma mente firme no propósito da vitória. Eles acreditavam que o sucesso da batalha se iniciava na atitude mental, quem tinha maior confiança em si se tornava vencedor. Ao levantar da cama, converse consigo mesmo durante dois minutos, colocando em sua cabeça que você nasceu para vencer. Não aceite outra alternativa, não aceite desculpas nem culpe outras pessoas. Assimile que você é o responsável por tudo que lhe acontece e isso inclui o fracasso ou o sucesso.


Marcelo de Almeida é diretor do IMA Transformação Humana e Empresarial e diretor da Smart Campanhas Motivacionais.
E-mail: marcelo@marcelodealmeida.com.br

(font: http://www.motivaonline.com.br/php/materia.php?id=48369)

7 Ações para Manter a Motivação de sua Equipe

por Redação Liderança


Para diminuir ou mesmo eliminar os três fatores básicos de desmotivação, muitas vezes é preciso mudar totalmente a forma de uma empresa trabalhar. Entretanto, existem algumas atitudes relacionadas ao líder que também podem frear essa tal desmotivação.

Talvez a principal atitude que o líder deve tomar frente a seus funcionários é dar-lhes um senso de segurança, com o qual tenham a certeza de que podem tentar coisas novas – e errar – sem colocar seus empregos em risco. Mas esse é apenas o começo. A seguir, algumas práticas e ações que irão ajudar sua equipe a preencher suas expectativas de senso de conquista, de justiça e de camaradagem e a manter o nível de entusiasmo dos primeiros tempos da empresa. Acompanhe:

AÇÕES RELACIONADAS À CONQUISTA

- Dê a sua equipe um propósito, uma missão específica, além da missão da empresa – Dê a eles uma razão sólida e relevante para estarem ali, para levantarem da cama todas as manhãs. Isso significa muito mais do que salário. Não se trata da forma como documentos são preenchidos ou como cheques são passados. É sobre o que cada pessoa está fazendo ali, em que está dedicando horas e horas de sua vida. Criar essa missão é uma ferramenta poderosa. Mas igualmente importante é a habilidade do líder em explicar e comunicar a seus subordinados a razão por trás da missão. É comunicar a importância daquele trabalho às pessoas que dependem dele, tanto dentro como fora da empresa.

- Reconheça – Líderes devem se certificar de que todas as contribuições de seus funcionários, grandes ou pequenas, são reconhecidas. Ainda existem gerentes que acham que o fato da pessoa manter o emprego e ser paga já é reconhecimento suficiente, mas eles próprios esperam mais de seus trabalhos. Funcionários valorizam e muito um reconhecimento, um cumprimento. E poucas coisas desmotivam mais do que aquele tipo de gerente que nunca elogia e é rápido ao criticar erros. Reconhecimentos não precisam ser em dinheiro. Basta um gesto, uma palavra que reafirme ao funcionário que ele está no caminho certo e que tem o apoio do líder para continuar a tomar ações similares.

- Seja um facilitador para seus colaboradores – Excesso de controle, microgerenciamento, necessidade de estar presente em cada ação é o mesmo que matar a iniciativa de sua equipe. Sua função, como líder, é ser um facilitador, fornecer as ferramentas e condições para que as coisas sejam feitas. Seus funcionários, nesse sentido, são seus “clientes”. Nessa situação, o líder deve ter total compreensão do que é importante para que seus funcionários façam seu trabalho de maneira mais eficiente. E, se você não tiver condições de fornecer algum item ou condição, seja honesto a esse respeito. Não prometa algo que você e a empresa não podem dar. Você aumenta assim o seu nível de confiança.

- Estimule-os a se aprimorarem continuamente – Primeiro, deixe claro à sua equipe o quanto reconhece os pontos fortes e iniciativa que mostraram e o que todos têm a ganhar com as melhorias que você irá sugerir. Assegure-se de que o feedback é relevante para cada nível de funcionário. Não adianta pedir para um faxineiro desenvolver, de uma hora para outra, as habilidades e conhecimentos de um gerente. Faça com que todos galguem níveis de competência com segurança, para não ter ninguém frustrado e desestimulado.

AÇÕES RELACIONADAS À JUSTIÇA

- Esforce-se para ter uma comunicação aberta e completa – Um dos grandes erros nos negócios é comunicar só o que “se pode dizer” e apenas para quem “precisa saber”. Gerentes que agem assim pensam que estão controlando a informação quando, na verdade, estão alimentando uma rede de fofocas e desinformação sem fim. A censura e o jornalismo chapa-branca nos anos 1970 não impediram as pessoas de saberem a respeito dos porões da ditadura, mesmo naquela época. Essa fonte de informações não-oficial só ocorre porque as pessoas têm uma necessidade de saber o que acontece na empresa. Afinal, é ali que eles passam a maior parte do dia, realizam trabalhos que os fazem sentir úteis. Informação, nesse sentido, é segurança. Sem informação, é como briga de foice no escuro. E a melhor maneira de certificar-se a quantas anda a informação é só perguntar ao seu pessoal. Pergunte se eles acham que sabem o suficiente para executar um bom trabalho, se existe mais alguma coisa que você pode mostrar, números, tendências etc. que podem melhorar a performance deles. Por fim, não se esqueça de que a comunicação é uma via de duas mãos. Quanto mais você dá a eles, mais pode pedir de volta, conseguindo dados valiosos sobre como cada funcionário se sente, as idéias para melhorar o trabalho, entre outras.

- Encare o baixo desempenho – Identifique e aja rapidamente sobre os funcionários de sua equipe que trabalham abaixo de qualquer média aceitável. Existem funcionários que, não importa o ambiente, não importa a abertura, não importa a comunicação, não conseguem desempenhar suas funções. São “alérgicos” ao trabalho ou, pelo menos, ao tipo de trabalho que você gostaria que eles desenvolvessem. Como diz a piada, são funcionários que vão longe. E quanto mais cedo e mais para longe da sua empresa forem, melhor. Você irá aumentar o moral dos outros 95% dos funcionários – os que trabalham bem – que verão, em sua atitude, que as regras realmente são aplicadas naquela equipe. Muitos irão até agradecer a você por ter retirado aquele obstáculo à boa performance do caminho.

AÇÕES RELACIONADAS À CAMARADAGEM

- Promova o trabalho em equipe – Se for possível, faça com que alguns projetos e ações da sua equipe sejam autogerenciáveis. Essas equipes têm autoridade sobre assuntos de qualidade, administração do tempo e prazos, métodos de trabalho e outros fatores (para mais informações, Liderança & Supervisão nº 25, edição de julho/06) . Promover o trabalho em equipe também necessita de uma sintonia fina permanente. Pessoas nem sempre se dão bem umas com as outras. Verifique sem parar quem trabalha melhor com quem, quem tem dificuldades com quem. Algumas vezes, as pessoas se dão bem 29 dias por mês. Chega o dia em que uma tarefa específica precisa ser feita, e aí falta pouco para uma voar no pescoço da outra. Fique de olho.



(fonte: http://www.lideraonline.com.br/php/materia.php?id=48365)

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Abaixo a palavra impossível

Por Daniel C. Luz
“Se você fica dizendo que as coisas vão ficar ruins, tem boa chance de se tornar um profeta”
Isaac Bashevis Singer



Quando proferida alto, a palavra “IMPOSSÍVEL” é de efeito devastador no subconsciente. O pensamento se detém. As portas batem, fechadas. A pesquisa dá uma brecada. A experimentação posterior é torpedeada. Os projetos são abandonados. Os sonhos são descartados.

As mais brilhantes e as melhores células criativas do cérebro mergulham de ponta-cabeça, calam a boca, se ocultam, esfriam e se voltam para algum canto subterrâneo – escuro, mas seguro - da mente. Mediante esta manobra defensiva, o cérebro se agasalha contra o doloroso ferrão dos insultantes desapontamentos, das brutais e embaraçosas rejeições, das esperanças espatifadas.

Nos meus quinze anos como projetista fui torturado diversas vezes com essa palavra, por colegas e chefes insensíveis, até que resolvi execrá-la do meu vocabulário.

Deixemos, agora, que alguém diga as palavras mágicas:

Impossível? Pode crer que isto não está em meu dicionário. É porque “impossível” é uma palavra perigosa.
“Poderá ser possível! Não sei como, ou quando, mas pode ser possível!” Estas palavras arrebatadoras, como o apelo da sereia, de uma trombeta disciplinada, penetram no subconsciente, desafiando e chamando aqueles orgulhosos poderes para se apresentarem e se manifestarem. Sonhos sepultados são ressuscitados. Centelhas de entusiasmo novo palpitam, logo se transformando em novas chamas.

Movimentos bloqueados são ativados. Arquivos empoeirados são reabertos. As luzes se acendem de novo nos laboratórios de há muito obscuros. Os telefones começam a tocar. Os computadores são ligados. Novos orçamentos são revistos e aceitos. “Precisa-se de ajuda”: cartazes com estes dizeres são pendurados. As fábricas recebem novos equipamentos e são reabertas. Novos produtos aparecem. Abrem-se novos mercados. Termina a recessão. Uma grande nova era de aventura, experimentos, expansão e prosperidade nasceu!
Você diz: “mas, Daniel, você está fazendo apenas um jogo de palavras”. Respondo-lhe enfaticamente: “De jeito nenhum! Não estou manipulando palavras! Estou trabalhando contra as forças perigosas, irresponsáveis, destruidoras que são liberadas por observações aparentemente inteligentes e inocentes.”

O verdadeiro problema é a atitude. Deixe que alguém aceite o juízo de que alguma coisa é “impossível” e emergirá uma atitude negativa para com o progresso, o desenvolvimento e as soluções criativas. Não! Vamos riscar esta palavra de nosso vocabulário.

Impossível? A palavra tem o poder destruidor de uma bomba termonuclear emocional.

Impossível? Esta palavra é um punhal cravado no coração da criatividade.

Impossível? Esta palavra é uma barreira que caiu sobre a estrada do progresso.

Vamos desmascarar a palavra. Precisamos rotular corretamente estas impossibilidades. Mais honestamente, elas poderiam ser denominadas:

· Preconceitos
· Desafios
· Problemas a serem resolvidos
· Pontos cegos
· Fadiga
· Ignorância
· Medo
· Desculpas
· Problemas do Ego
· Preguiça


Dê a estas “impossibilidades” o verdadeiro nome delas: são cercas mentais obstinadas erguidas pela ignorância, apatia ou intolerância. Arranque a máscara destes “É IMPOSSÍVEL” e o que você achará? Uma percepção parcial que produz ilusão, que por sua vez gera confusão.

Uma vez que tenha se dado conta de que NÃO é impossível, então você estará livre para ver soluções. Então você poderá acreditar que existe um “MILAGRE” em todo canto. Você poderá reconhecer que uma curva na estrada não é o fim da estrada:
olhe para os lados! Vá em frente! Não desista!

Daniel C. Luz
Autor dos livros Insight1 e Insight2
DVS Editora

(fonte:
http://cyberdiet.terra.com.br/cyberdiet/colunas/031212_mtd_impossivel.htm)

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Pensamentos que motivam...

por Redação Motivação


Grandes nomes da motivação dão conselhos para a motivação profissional

O livro Gigantes da Motivação reúne 25 especialistas da motivação corporativa no Brasil. Lançado em janeiro, a obra é o segundo livro da Série Gigantes, que faz parte do Selo Landcape VendaMais, uma parceria das editoras Quantum e Landscape.

Confira 25 pensamentos dos especialistas que estão no livro:

1. Desafie
“Sem desafio, você adormece a sua capacidade criativa, acomodando-se na rotina que frustra e desanima”
Armando Correa de Siqueira Neto

2. Descubra
“A verdadeira motivação nasce quando você encontra o seu papel diante da vida”
Carlos Hilsdorf

3. Melhore
“Pessoas motivadas fazem sempre mais do que os outros julgam ser o necessário”
César Romão

4. Sonhe
“Quem não luta para realizar seus sonhos acaba como coadjuvante dos sonhos dos outros”
César Souza

5. Elogie
“Uma das melhores formas de transmitir motivação e ser motivado é dar e receber elogios”
Edivan Silva

6. Persista
“Não desista, pois você pode estar a um passo do sucesso, da realização e da conquista de seus projetos”
Erik Penna

7. Brilhe
“Você consegue iluminar seu próprio caminho e o dos outros”
Eugênio Mussak

8. Acorde
“Ao deitar, pense como será o seu despertar no dia seguinte”
Floriano Serra

9. Supere
“Quanto mais conhecemos nossa forma de administrar a pressão mais preparados estaremos para lidar com ela”
Gisela Kassoy

10. Inove
“Procure inovar e sempre fazer algo diferente, que surpreenda e encante as pessoas”
Gonçalo Pontes Jr.

11. Conheça
“Para se conhecer melhor pense no que realmente motiva você: reconhecimento, status, auto-estima, desafios”
Gustavo Andrade

12. Foque
“Desmotivação não existe. O que existe é canalização diferente das motivações”
José Luiz Tejon

13. Decida
“A estrada da sua vida é sua e de mais ninguém. É resultado de suas escolhas, experiências, aprendizado e daquilo que você acredita ou não”
Joseraldo Furlan

14. Acredite
“Você vive aquilo em que acredita e encontra exatamente o que procura”
Lair Ribeiro

15. Queira
“Para estar motivado na profissão, você precisa de um bom motivo para agir – de uma boa meta”
Leila Navarro

16. Crie
“Evite velhas idéias, dificuldade imaginárias e conformismo. Esse tipo de obstáculo impede a criatividade”
Maria Inês Felipe

17. Insista
“O caminho mais curto para o sucesso é sempre tentar mais uma vez”
Omar Souki

18. Transforme
“A vida é um processo, e cabe a você transformar todos os obstáculos em oportunidades de crescimento, amadurecimento”
Paulo Angelim

19. Priorize
“Simplifique sua vida, busque o equilíbrio entre o pessoal e o profissional”
Paulo Araújo

20. Planeje
“Saiba exatamente o que você deseja alcançar e defina uma estratégia para atingir os seus objetivos”
Prof. Gretz

21. Anime
“Se você quer mudanças em sua vida, comece pelo entusiasmo”
Roberto Recinella

22. Confie
“Acredite que você pode e realmente poderá”
Roberto Vieira Ribeiro

23. Realize
“Se você pretende crescer em sua carreira, deve mudar o seu comportamento, a sua atitude e se tornar uma pessoa extraordinária em tudo que faz”
Rodrigo Cardoso

24. Encante
“Cada vez mais sobressaem-se pessoas que sabem tornar o ambiente mais agradável à sua volta”
Rosana Braga

25. Aprenda
“Aprender é incorporar novas habilidades que possibilitem alcançar objetivos que até o momento estavam fora de alcance”
Wilson Mileris


Para saber mais
Livro: Gigantes da Motivação
Autores: Raúl Candeloro e Luis Paulo Luppa
Editora: Landscape


(fonte: http://www.motivaonline.com.br/)

domingo, 5 de abril de 2009

5 dicas para arruinar sua carreira‏


Muitas vezes, vemos dicas, sugestões e conselhos para obter sucesso, mas a edição de abril da revista Motivação traz uma matéria especial sobre o que um profissional deve fazer para destruir sua carreira. Ao todo, foram 14 dicas citadas na matéria, que contou com a opinião de diversos especialistas no assunto. Nesta e-zine, vou compartilhar cinco delas para que você possa evita-lás e, dessa forma, não prejudicar sua carreira.

1--> Não seja flexível – Para ter certeza de que nada dará certo e ainda eliminar qualquer chance de ser lembrado para uma promoção, faça somente a tarefa para a qual foi contratado, afinal, você é o expert para realizar essas atividades, e não para ceder aos “caprichos” de um chefe despreparado.

2--> Eu sei tudo – Para que estudar? Os seus conhecimentos já são mais que suficientes para fazer o que faz. Afinal, você não estudou 18 anos à toa, sua graduação na Sorbonne e sua pós-graduação em Harvard o qualificam muito acima dos seus colegas e, até mesmo, do seu chefe.

3--> Nunca aceite um “não” – Como assim, não? Esbraveje, grite, xingue para defender seu ponto de vista. Você não pode estar errado. Seu ponto de vista aguçado por anos de estudos jamais lhe pregaria uma peça.

4--> Jamais aceite desafios – Eles costumam ser meio confusos e solicitariam uma mudança de rotina que você não está disposto a cumprir.

5--> Não tenha iniciativa – Aumente sua chance de conquistar uma vaga fora da empresa sendo sempre passivo. Espere que seu chefe lhe peça as tarefas, afinal, é obrigação dele trazer o trabalho até você. Aja sempre de forma passiva ou reativa mesmo que em um breve momento seu chefe se pergunte: “Eu contratei Fulano para o quê mesmo?”.


Karen Jardzwski
Redatora-chefe da revista Motivação
karen@motivaonline.com.br

fonte:
"Por Karen Jardzwski. Material publicado na e-zine do site www.motivaonline.com.br"

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Ideia sem ação não é nada

por Maria Inês Felippe


Certamente, você conhece pessoas que são ótimas para dar idéias e palpitar, mas na hora de fazer acontecer não conseguem. Por outro lado, também deve conhecer gente que dificilmente sugere algo, porém é excelente para executar as idéias dos outros. E há aquelas que conseguem dar idéias e fazem acontecer, focalizando o processo operacional e o resultado. Esse tipo de gente é mais raro, mas existe.

Cada um com a sua cara

Por que tanta diferença? Porque as atitudes das pessoas estão relacionadas com a forma como pensam. Isso está diretamente ligado à constituição cerebral, que foi desenhada conforme os ensinamentos no decorrer da sua vida e, conseqüentemente, formam seu modelo mental. Trocando em miúdos, há pessoas que possuem o hemisfério direito mais desenvolvido que o esquerdo ou vice-versa, por isso existem comportamentos diferentes.

Os que apresentam o hemisfério cerebral direito mais desenvolvido têm maior facilidade para identificar oportunidades. Esses indivíduos estão sempre conectados com tudo que acontece e apresentam uma riqueza fantástica de ideias e inovações. Já os que apresentam o hemisfério esquerdo mais desenvolvido possuem maior facilidade para analisar e escolher as melhores idéias para serem colocadas em prática, ou seja, sabem fazer acontecer. Normalmente, são pessoas que observam as variáveis, como tempo, custo, retorno do investimento, lucro e processo de execução.

Como já comentei, são raras as pessoas que conseguem dar idéias e fazer acontecer. Então, quando trabalhamos em equipe, o ideal é aproveitar a diversidade, pois certamente existem em seu grupo diversos perfis de mentes criativas. Vou sugerir algumas dicas para você e sua equipe colocarem em prática ao buscar novas idéias. E não esqueça que todo processo de inovação tem as seguintes etapas: busca de oportunidades, decisão, plano de ação, avaliação e mensuração. Agora, confira as sugestões:

1. Identificação do estilo de personalidade

O ideal é descobrir o perfil de cada pessoa de sua equipe, ou seja, identificar as que são boas para enxergar oportunidades, as que são melhores para criar alternativas e as que sabem decidir. Além, é claro, de descobrir os indivíduos que fazem acontecer, projetando e avaliando resultados.
2. Criação de grupos heterogêneos

É comum procurarmos pessoas que pensam como nós para trabalhar conosco, porém para que haja um bom processo criativo, é preciso ter grupos heterogêneos. Assim, cada um utilizará sua inteligência particular no momento certo.

3. Casamento entre o criativo e o acabativo

O ideal é fazer uma união entre pessoas criativas e as que colocam as idéias em prática, mas isso nem sempre é simples. Para que funcione, as pessoas precisam desenvolver seu autoconhecimento e aprender mais sobre processo criativo.

4. Processo sistêmico

Percebe-se, de uma forma geral, nos grupos de treinamentos que as pessoas nem sempre destinam tempo para o pensamento divergente. Às vezes, pensam em um número insignificante de idéias e logo partem para a implantação, atropelando o processo. Para se ter uma boa idéia, no entanto, é preciso ter várias sugestões e critérios de avaliação.

5. Criação de critérios

Ao se estabelecer o número de critérios para avaliar e classificar uma idéia, é preciso considerar o desenho da empresa, missão, produtos e serviços. Com base no processo de escolha, pode-se criar um banco de idéias, que será sempre reajustado e alimentado por categorias, critérios, fatores e formas de medição.

6. Venda e compra de idéias

Toda sugestão deve ser apresentada e comprada considerando os modelos mentais, desenho e gestão de projeto. É fundamental avaliar também as variáveis iniciais de implantação, projeção e resultado previsto.


"Por Karen Jardzwski. Material publicado na e-zine do site www.motivaonline.com.br"

(figura fonte: http://duasvidasumcaminho.wordpress.com/2009/03/11/alegoria-da-caverna/)

domingo, 29 de março de 2009

Você quer ser um profissional repolho ou rosa???




Pessoal... esse vídeo eu assisti no curso de Excelência no Atendimento que eu fiz semana passada, lembra? Então... trouxe ele aqui para passar um pouquinho mais sobre o curso. Aliás, essa historinha do Daniel Godri é muito interessante! Explica de um jeito divertido e que não esquecemos mais!!!

Portanto...

...devemos ser um profissional ou uma pessoa ROSA, não é mesmo???

sábado, 21 de março de 2009

Você tem sede de quê?

por Paulo Angelim

Vamos supor que a sua empresa tomou a medida drástica e absurda de não fornecer mais água potável para seus funcionários, deixando que cada um se virasse para saciar a sede. Pois bem, além de espernear, gritar e chorar, declarando quão estúpida e injusta foi essa decisão, o que você faria? Começaria a procurar um novo trabalho, entraria com um processo contra a empresa ou iria denunciá-la?

É possível que alguns, ou muitos, fizessem alguma coisa parecida. Mas eu pergunto: e quanto à sede, o que você faria? Enquanto a empresa não resolvesse a ausência de água ou não chegasse uma liminar judicial obrigando-a a restabelecer o fornecimento, você ficaria sem beber água, com sede? Quer saber a verdade? É muito provável que você desse o seu jeito. Traria uma garrafinha de casa ou compraria. Afinal, sede é inegociável, ou você a satisfaz ou sente as conseqüências dessa necessidade não suprida, certo?

Agora responda: produzir muito, fazer a diferença e obter grandes resultados são, para você, necessidades reais, assim como nutrir o seu corpo? Quando você não alcança isso, quando não atinge o sucesso no que faz, sua alma dói? Você se inquieta, se incomoda como se estivesse com muita sede? Acompanhe meu raciocínio: você concorda que estar motivado, entusiasmado e comprometido é imprescindível para obter grandes resultados, para alcançar o sucesso? É lógico que sim! Mas se a empresa não desse isso, não trabalhasse as questões motivacionais, não promovesse um ambiente motivador, o que você faria? Aceitaria esse quadro e depois usaria isso como desculpa para justificar os maus resultados? Se sua resposta for sim, desculpe-me, mas ser um sucesso não é algo que realmente lhe incomoda, que lhe dá náuseas ou que lhe faz gemer de dor. Em uma situação assim só caberia uma resposta para os grandes campeões: “Eu iria em busca de motivação, independente de a empresa tomar ou não essa iniciativa, fazer ou não algo por mim!”.

Quem se levanta e anda alcança!

A pessoa que tem sede não deixa de tomar água porque alguém, supostamente responsável por fornecê-la, não a fornece. Quem tem sede busca saciá-la, quem tem sede de vencer, de fazer a diferença, vai beber nas fontes motivacionais, independente se lhe mostrem o caminho ou não, pois não suporta a dor do fracasso ou do insucesso.

Os vencedores, quando não encontram as condições ideais para o desenvolvimento de suas atividade, simplesmente as criam. E você, é daqueles que gasta energia e tempo reclamando ou se concentrando em evoluir, criando as condições interiores para a vitória? Isso não é difícil. Por mais inóspito ou árido em motivação que possa parecer ou ser o ambiente que o cerca, a vida sempre coloca duas fontes inesgotáveis para você nutrir sua automotivação: os textos que lemos e as pessoas com quem nos relacionamos.

É impossível que você, se procurar, não consiga encontrar em revistas, livros, artigos na internet ou em conteúdos literários algo que abra sua mente para a visão e atitudes positivas. Assim como é impossível que não exista em seu círculo de convivência, dentro ou fora do trabalho, pessoas inspiradoras que possam ajudar você a chegar mais longe, pular mais alto e conquistar mais. Mas é tudo uma questão de você tomar essa iniciativa. Tem muita gente que não alcança, pois espera que algo aconteça. Não me canso de dizer que, muitas vezes, se não em quase todas, quem espera cansa, mas quem se levanta e anda, alcança. Por isso, levante-se e beba da fonte da água viva que a vida reserva para você nutrir sua automotivação e seu entusiasmo. Leia e se relacione mais e melhor. A sede da sua alma e da sua carreira agradecerá.



Paulo Angelim é arquiteto, pós-graduado em Gestão de Marketing e empresário imobiliário. Consultor e palestrante nacional em marketing, vendas, crescimento pessoal e mercado imobiliário.
E-mail: pauloangelim@uol.com.br

(fonte:
http://www.motivaonline.com.br/php/materia.php?id=48149)

domingo, 8 de fevereiro de 2009

A Arte de Estabelecer Limites

por Redação Motivação


Todo mundo conhece o dito popular “a sua liberdade termina onde começa a do outro”, mas nem sempre essa “regra” é suficiente. Afinal, é justamente pela falta de respeito ao espaço dos outros que surgem diversos problemas no ambiente corporativo.

Há pessoas que atrasam, desrespeitando o seu tempo; outras que utilizam suas coisas sem pedir, invadindo o seu espaço; além daquelas que ouvem música em um volume muito alto, atrapalhando todo o ambiente. Para as autoras do livro Trabalhar com Você Está me Matando, Katherine Crowley e Kathi Elster, isso acontece porque no mundo corporativo existem fronteiras invisíveis que definem o território físico e o pessoal. Segundo elas: “Estabelecer limites, portanto, é uma das habilidades mais valiosas. Quanto mais a praticarmos, melhor poderemos comunicar nossos limites interpessoais ao outros”.


3 dicas importantes sobre limites

A palestrante e consultora comportamental, Regina Araújo, explica que é preciso ter alguns cuidados ao estabelecer limites para não dar a impressão de má vontade, provocar antipatia ou prejudicar seus relacionamentos. “Aprenda a ter equilíbrio, não responda mal às brincadeiras, principalmente na frente de outras pessoas. Quando não se sentir bem com algum comentário, chame a pessoa num canto e lhe diga honestamente como se sentiu. Isso é melhor do que fazer cara amarrada, xingar e sair emburrado”, diz ela. Tome os devidos cuidados e estabeleça seus limites seguindo algumas dicas:

1. As barreiras interpessoais são invisíveis e diferem de pessoa para pessoa É difícil para os outros adivinharem quais são os seus limites, por isso é preciso defini-los e, depois, expressá-los para que as pessoas os conheçam. Não esqueça também de conhecer os limites dos outros, afinal não é possível exigir que respeitem o seu espaço se você não faz o mesmo com as barreiras alheias.

2. Você estabelece limites comunicando sua necessidade por meio de palavras e ações Não estabeleça limites se não estiver preparado para mantê-los. Lembre-se do ditado: “Você vale tanto quanto sua palavra”. Para expressar seus limites, Crowley e Elster indicam alguns cuidados: “Evite longas explicações. Você será mais eficaz se for breve e usar palavras neutras e construtivas”. Por exemplo: não diga “sua tagarelice prejudica meu trabalho”, prefira “por favor, fale mais baixo, pois tenho dificuldade para me concentrar”.

3. Se você envia uma mensagem de significado ambíguo, o resultado será igualmente ambíguo Seja claro. Não envie mensagens indiretas, pois as pessoas podem não entender ou compreender mal. Diga exatamente o que está incomodando, de maneira educada, para que os outros compreendam o real significado do que você diz. Segundo Regina, isso facilita a convivência: “Dizer sobre o que a agrada e o que a irrita torna as coisas mais fáceis e transparentes”.

Tipos de limites

Existem diversos pontos em relação aos quais você pode estabelecer limites em seu dia-a-dia. Conheça alguns e saiba como proceder de acordo com cada um:

Tempo – Esteja disposto a estabelecer um uso limitado de tempo e cumprir a meta.
Espaço pessoal – Estabeleça regras para o uso de seus objetos.
Informações pessoais – Dê um “basta” quando achar que já ouviu mais do que deveria.
Expressar emoções – Comunique ao outro até que ponto você se sente confortável ouvindo confidências pessoais.
Educação/boas maneiras – Lembre-se de que não há problema em pedir que as pessoas sejam educadas com você.
Barulho – Encontre maneiras de diminuir o barulho ou compre protetores de ouvido.


Enfrente o medo


Se você tem dificuldade para estabelecer e expressar os seus limites, você precisa:

» Libertar-se fisicamente – Adote certas práticas para liberar a tensão e se acalmar. Os invasores de limites costumam gerar muito estresse físico.

» Libertar-se mentalmente – Avalie sua situação e pense nas opções disponíveis para estabelecer limites.

» Libertar-se verbalmente – Comunique seus limites interpessoais às pessoas que precisam conhecê-los.

» Libertar-se usando as regras do trabalho – Tome atitudes concretas para reforçar o limite que você acabou de estabelecer.



Para saber mais:
Livro: Trabalhar com Você Está me Matando
Autoras: Katherine Crowley e Kathi Elster
Editora: Sextante

Visite o site: http://www.reginaaraujo.com.br/



(fonte: http://www.motivaonline.com.br/php/materia.php?id=47071)