Mostrando postagens com marcador Trabalho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Trabalho. Mostrar todas as postagens

domingo, 14 de junho de 2009

Retornar é educado

Por Ramon Barros


Uma das grandes reclamações que ouço nas empresas é a falta de retorno de clientes, parceiros, prestadores de serviços, entre outros. Estes profissionais que não respondem sequer pensam no trabalho e no tempo dedicados para a elaboração de projetos e orçamentos a fim de atendê-los de forma rápida.

Ao recebermos de maneira gentil a solicitação de um consumidor, automaticamente damos prioridade para atender suas expectativas e necessidades. Por que, então, alguns indivíduos agem com descaso sem ao menos retornar os e-mails, telefonemas, cartas, etc.? A resposta é simples: falta de educação. É preciso ter dignidade e respeito com os parceiros profissionais e responder, mesmo que o projeto ou orçamento não tenha sido aprovado – isso demonstra ética e respeito.

E por também desenvolvermos a ética, o equilíbrio e o relacionamento interpessoal positivo, vamos tentar ajudar os que não respondem, pensando, de forma muito justa, que eles não encontraram a melhor maneira, por exemplo, de dizer que tal orçamento ou projeto não foi aceito pela diretoria de sua empresa.

A principal dica é retornar o contato imediatamente, pois, em alguns casos, o prestador de serviço pode ter feito previsões em sua equipe, estoque e logística para atender à solicitação. Existem formas educadas de escrever uma resposta por e-mail, como: “Seu orçamento, no momento, não está dentro de nossas possibilidades de investimento”, “Estamos avaliando outros orçamentos e entraremos em contato em breve” ou também “Sua proposta não preencheu as expectativas atuais de nossa empresa”. Seja qual for a resposta, sempre deverá ser acompanhada de “Agradecemos sua atenção” ou “Muito obrigado por sua disponibilidade em nos atender”.


Texto extraído do artigo Retornar é educado, do consultor de vendas Ramon Barros.

(fonte: Material publicado na e-zine do site http://www.motivaonline.com.br”)

domingo, 10 de maio de 2009

Os 5 Macacos

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa sala de testes. Bem ao centro, havia uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, um jato de água fria era acionado em cima dos que estavam no chão.

Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o pegavam e enchiam de pancada. Com mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.

Então os cientistas substituiram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada.

Um segundo macaco veterano foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado com entusiasmo na surra ao novato.

Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu.

Um quarto, e afinal o último dos veteranos, foi substituído.

Os cientistas, então, ficaram com um grupo de cinco macacos que mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles porque eles batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:

- "Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui".


Telmo explica: neste irônico texto de Rogério Martins, ele comenta o conformismo e o despreparo que rege a profissão e/ou carreira de muitas pessoas através dessa estória.
(fonte: Telmo Giani em sua comunidade Farmaconhecimento no site NaFarmácia da EMS -

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Para refletir... Desempregado



(fonte: http://visualdicas.blogspot.com/)

sexta-feira, 27 de março de 2009

Chefe é Chefe

Um guarda-noturno trabalhava numa empresa especializada em lapidação de diamantes….
Uma manhã ele contou a seu chefe um sonho que tivera na noite anterior.
Disse-lhe que o avião que ele iria tomar com destino à Rússia sofreria um acidente e, em conseqüência, todos os passageiros morreriam.
Seu chefe, jovem executivo, dinâmico e empreendedor, tinha verdadeiro pânico de aviões. Assustado com a informação do empregado, decidiu cancelar o vôo.
Três dias mais tarde, leu nas manchetes dos principais jornais que o avião que ele deveria ter tomado caíra no mar e, até o momento, não havia notícias de sobreviventes.
Imediatamente, chamou o guarda-noturno, mostrou a notícia do jornal, agradeceu-lhe efusivamente o aviso que lhe salvara a vida e, a seguir, sem nenhuma explicação, despediu-o da companhia.

O guarda não compreendeu por que tinha sido despedido depois de salvar a vida do seu chefe.

Pergunta:

- Por que o guarda foi mandado embora?

Pense um pouco…
.
.
.



...











Resposta:

- O empregado era guarda-noturno. Se teve um sonho à noite, é porque estava dormindo em serviço.

Conclusão:

Chefe é chefe…, então, por melhor que você seja e por mais que você faça, você nunca agrada.

domingo, 22 de março de 2009

Será mesmo que você é substituível?

MOV.com.br - Recados Animados para seu Orkut



Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível".

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.

Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim. E Beethoven?

- Como? - o encara o gestor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio.

Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.

Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico (até hoje o Flamengo está órfão de um Zico)?

Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'gaps'.

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico...

O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Se seu gerente/coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.

Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras moradas'; ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:

"Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:.. Ninguém... pois nosso Zaca é insubstituível"

Portanto nunca esqueça:

Você é um talento único... com toda certeza ninguém te substituirá!

"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso.

O que eu faço é uma gota no meio de um oceano, mas sem ela o oceano será menor."


(recebido por e-mail da amiga Denise!!!)

quarta-feira, 11 de março de 2009

Como não perder uma vaga de emprego!

por Bruno Soalheiro



O que vai te eliminar em um processo seletivo para “aquela” vaga, ou mesmo fazer com que você não consiga sobreviver no emprego, é a falta de experiência e conhecimento específico sobre as funções do cargo, correto?

Errado! Ou melhor, quase sempre errado. Tudo bem que se você se atrapalhar completamente com as tarefas técnicas fica impossível trabalhar, mas o que tenho observado como gestor de RH é que na maioria das vezes as pessoas perdem seus cargos (ou deixam de ser contratadas) por motivos que nem sempre tem a ver com capacitação técnica.

O problema é EDUCAÇÃO mesmo, não no sentido de instrução, mas no sentido de não ser mal educado, rabugento, grosso, intratável.

Mais uma vez, e sem muito espanto, vi um profissional perder uma vaga, única e exclusivamente por falta de educação. Seu currículo chegou às minhas mãos através de uma headhunter, e imediatamente encaminhei ao setor técnico responsável por fazer a primeira entrevista. Minutos depois me chamaram, e eis o que ouvi do responsável:

__Bruno, de onde veio este currículo?

__ Chegou às minhas mão através da headhunter, porque?

__ Bem… Porque é uma pessoa de extrema experiência, conhece profundamente o mercado e seria ideal para a função em questão!

__ Então posso chamá-lo para uma entrevista?

__ Não! Não pode!

__ Mas você não acabou de dizer que tem extrema experiência?

__ Sim, tem… Experiência técnica, e muita! Mas é intratável. Mal educado, grita com os fornecedores, impaciente ao extremo, um bocado altivo e às vezes acha que tem o rei na barriga. Já trabalhei com ele, aliás fora daqui somos bons colegas, mas não o quero trabalhando conosco.

Pois bem senhores, eis aí o fato. Um sujeito totalmente competente tecnicamente, se candidata a uma vaga para a qual estávamos com urgência precisando de alguém, e a perde por ser um grande de um mal educado.

Esta situação reflete parte do que vem acontecendo no mundo empresarial ultimamente. As empresas estão se tornando mais civilizadas, educadas, preocupadas com o bem-estar e a “saúde mental” de seus profissionais.

Não adoram mais o super vendedor que passa por cima de tudo e todos para atingir suas metas, ou aquele cara que é o “crânio” em pessoa, mas tem a sensibilidade de uma barra de ferro.

Vejo que cada vez mais as empresas estão dispostas a abrir mão de alguma excelência técnica em nome de contratar pessoas que saibam conviver de forma educada, civilizada e saudável. Isto porque não é tão difícil ensinar alguém a usar o ecxel, fazer um relatório ou interpretar uma planilha, mas é quase impossível pegar um mal educado e transformá-lo numa pessoa decente para se conviver.

Jamais descuide de suas competências técnicas, elas são extremamente importantes. Mas tenha em mente que hoje,mais do que bons profissionais, as empresas procuram boas pessoas.


Até a próxima!
Bruno Soalheiro
Psicólogo e Consultor em Desenvolvimento Humano.

(fonte: http://ogerente.com/carreiraesucesso/2009/02/10/como-nao-perder-uma-vaga-de-emprego/)


Concordo plenamente com o Bruno!!! Ultimamente anda faltando esse item imprescindível , a EDUCAÇÃO, no currículo de muita gente! Acho super importante a pessoa, antes de tudo, ser educada, honesta, ética, simpática, humilde, humana...etc. E essas qualidades são difíceis de se conseguir e mais difícil ainda de conseguir aprender!!! Já nascemos com elas!!!
Vivian

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Problemas Pessoais no Trabalho

por Tom Coelho


“Enfrente os problemas ou será destruído por eles”
Rimpoche


O relógio toca as oito badaladas matinais, você registra sua presença no livro ou ponto eletrônico e automaticamente todos seus dilemas pessoais são esquecidos. Iniciará a jornada de trabalho com energia e foco em suas tarefas. Contas vencidas, parentes enfermos e desilusões amorosas voltarão a habitar seus pensamentos apenas no fim do expediente.

A verdadeira realidade

O quadro acima é tão surreal quanto alguns empregadores gostariam que fosse a realidade. A publicitária alemã Judith Mair diz no livro Chega de Oba-oba que trabalho não tem de ser sinônimo de prazer, pois o ambiente profissional não é lugar para amizades e a jornada deve terminar na empresa, sendo proibido levar serviço para casa.

No entanto, o fato é que colocar uma linha divisória entre vida pessoal e profissional é absolutamente impraticável. Razão e emoção coexistem em nosso ser, a cada instante, onde quer que estejamos. Assim, o que podemos fazer é atenuar o impacto de nossos problemas pessoais dentro do espaço corporativo, buscando conciliar nossos interesses com os da empresa.

Quando esse equilíbrio deixa de ser atingido, as conseqüências são imediatas. Primeiro, o estresse, que em grau mais acentuado pode levar ao Burnout (doença psicológica caracterizada pela manifestação inconsciente do esgotamento emocional). Em paralelo, surge o presenteísmo, a síndrome de estar presente no ambiente de trabalho, porém absolutamente desconectado – o que afeta drasticamente a produtividade. Mais adiante vem o absenteísmo, a ausência física da empresa, motivada seja por desestímulo ou doenças clinicamente identificadas.

5 dicas para lidar com seus problemas

Você quer saber como lidar com esses infortúnios do cotidiano pessoal sem comprometer sua situação na empresa? Confira algumas sugestões.

1. Siga pelo caminho do meio – Evite o isolamento, deixando de compartilhar seus problemas com as pessoas mais próximas. Passamos ao menos oito horas envolvidos com o trabalho. Se você não conversar com alguém, sua cabeça pode virar uma panela de pressão prestes a explodir. Por outro lado, evite a exposição demasiada. Você não precisa dividir seus anseios com todos ao redor – até porque no ambiente corporativo há muitas pessoas que esperam descobrir suas fraquezas para atacá-lo. Seja seletivo.

2. Comunique – Seu superior hierárquico não tem bola de cristal para saber o que está se passando e pode avaliar sua apatia como desinteresse ou até desleixo. Informe-o, ainda que superficialmente, que está passando por uma fase difícil, mas está em busca da superação.

3. Busque a discrição – A menos que seu espaço seja delimitado por uma sala privada, com boa vedação acústica, onde seja possível trancar a porta, cuide para que seus assuntos pessoais sejam tratados reservadamente. Assim, afaste-se para falar ao telefone ou travar aquela batalha verbal comum em muitas discussões. Se o embate for pelo computador, certifique-se de fechar a tela que contém o diálogo ao sair do ambiente. E jamais chore em público. Alguns serão solícitos e oferecerão carinho e apoio, mas outros não se esquecerão desse seu momento de fragilidade e usarão isso contra você no futuro.

4. Peça ajuda – Se o problema é de ordem financeira, busque um adiantamento ou um crédito consignado para solucioná-lo. Já se for uma questão de saúde, procure tratamento. Se enfermo, evite a automedicação e agende um médico. Se está diante de dependência química, comece uma terapia. Busque um aliado no RH ou departamento de saúde ocupacional de sua empresa.

5. Afaste-se para cuidar dos problemas – Se seu desempenho está sendo prejudicado e seus problemas não estão sendo resolvidos, o melhor a fazer é se licenciar. Antecipe parte das férias para direcionar toda a atenção na solução do que o aflige. Em última instância, vale até considerar um pedido voluntário de demissão, negociando as condições da saída.

Dica: se com você está tudo bem, mas seu colega de trabalho notadamente está passando por um período difícil, use da empatia e se coloque, por um instante, no lugar dele, procurando ajudá-lo. Aconselhamento e orientação podem fazer toda a diferença. Afinal, lembre-se de que um dia os papéis poderão estar invertidos.


Tom Coelho é graduado em Publicidade e Economia, com especialização em Marketing e Qualidade de Vida no Trabalho. É consultor financeiro especializado em turnaround.
E-mail: tomcoelho@tomcoelho.com.br

(fonte: http://www.motivaonline.com.br/php/materia.php?id=47465)

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

13 Dicas Infalíveis para Conquistar o Emprego dos Sonhos

É necessário se organizar para conseguir aproveitar o mercado de trabalho


Perder o emprego ou se sacrificar por um que não atende suas espectativas é algo frustrante, que acaba tendo impactos que vão além da vida profissional. Mas é preciso coragem para fazer mudanças, principalmente numa época de crise e muitas demissões. As dicas de Marcelo Albrileri, especialista em mercado de trabalho e presidente da Curriculum.com.br, tendem a ajudar quem precisa de um empurrãozinho extra.

1. Organize sua rotina

Procurar trabalho é um trabalho. Organize seu tempo e seu dia-a-dia. Estabeleça um expediente diário como se você já estivesse trabalhando: 44 horas semanais. Divida seu tempo para cada atividade: contatos, entrevistas, preparação de currículos e cartas, correspondências. Estabeleça prazos e metas. Dessa forma você amplia suas chances de sucesso no processo.

2. Planeje suas despesas
Saiba quanto tempo você tem para manter suas despesas com seus atuais recursos. Se acreditar que é necessário esticar seus recursos, revise seus gastos, busque alternativas para eles e encare a possibilidade de outras fontes de renda durante o período em que estiver buscando um emprego.

3. Cuide de sua saúde
Saúde física e mental é indispensável para o processo. Fatores como o estresse, que podem atrapalhar seu desempenho, podem ser combatidos com hábitos saudáveis como os exercícios físicos.

4. Prepare um bom um currículo
O currículo continua sendo a mais importante peça de marketing para quem procura emprego. Para ter um bom currículo, relembre tudo o que você já realizou em sua carreira e escreva, sem julgar o que é importante e o que não é. Em seguida, eleja as mais importantes realizações, escreva uma boa frase para cada uma delas e apresente cada realização em seu currículo.

5. Cadastre seu currículo nos principais sites de emprego
A Internet é cada vez mais o local onde as empresas estão buscando candidatos na hora de contratar. Não deixe de colocar seu currículo nos principais sites de emprego.

6. Envie seu currículo para as empresas
Muitas empresas de seu interesse podem oferecer cadastro de currículos via web. Estas oferecem um espaço comumente chamado "Trabalhe Conosco". Ali você poderá enviar seu currículo eletronicamente.

7. Candidate-se a vagas
Além de ampliar suas chances de fazer entrevistas, seu contato contínuo com as vagas e oportunidades ajudam você a manter-se informado e em sintonia com os movimentos do mercado de trabalho. Retorne aos sites em que cadastrou seu currículo e candidate-se a vagas compatíveis com seu perfil, conhecimentos e habilidades.

8. Prepare-se para entrevistas
O conteúdo que você produziu para o currículo também será útil para as entrevistas ao responder a perguntas sobre suas realizações. Mas prepare-se também para questões difíceis como "quais seus pontos fracos?", "por que você saiu do emprego anterior?" ou "por que acredita ser o melhor candidato para trabalhar conosco?". Outra dica é estudar sobre a empresa antes da entrevista

9. Ative seu networking
O networking segue como o principal fator para a recolocação de um profissional. Retome contatos e solicite orientações aos seus contatos. Todo o conteúdo produzido anteriormente para compor seu currículo é igualmente útil para quando você for apresentar-se aos seus contatos e suas indicações.

10. Distribua adequadamente as informações sobre você
Esta tarefa envolve a distribuição de cartas de apresentação e currículos através de seu networking e de envios para empresas com perfil similar ao das suas experiências, além de cadastros em sites de empregos. Seja consistente, buscando empresas que tenham perfil mais próximo daquelas onde você já trabalhou.

11. Busque informações e atualização sobre sua área
Leia os livros mais recentes sobre sua área, assim como revistas, periódicos e artigos na Internet. Participe também de fóruns de debate, palestras e cursos. Toda informação sobre sua área de interesse é valiosa tanto para o seu próprio desenvolvimento quanto para a troca de informações que acontecerá durante o desenvolvimento de seu networking.

12. Demonstre energia, otimismo e foco em resultados durante o processo
Tanto os entrevistadores quanto as pessoas de seu networking que poderão indicar você às oportunidades precisam da tranquilidade que só uma pessoa positiva e comprometida com resultados pode oferecer. Transmita corretamente esta positividade às pessoas e todas elas lembrarão de você como alguém que indicariam ou contratariam.

13. Em época de crise, seja mais flexível ao negociar sua remuneração
Em caso de longos períodos desempregado, seja flexível na hora da negociação. Caso a empresa ofereça remuneração abaixo da pretendida, avalie em quanto tempo ela pode oferecer crescimento para você, incluindo promoções e aumentos.

(fonte: http://www.minhavida.com.br/)